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O bebe também precisa brincar sozinho

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Os bebes encantam as pessoas. O cheirinho, o sorriso, o olhar. É irresistível!
Ele é sedutor e retribui com um sorriso, como se estivesse dizendo:
“Fique comigo! Me pegue! Não me abandone…”.

Este relacionamento mutuo é muito importante para o desenvolvimento do bebê, pois essa troca de olhares e sorrisos é o que convida o bebê para se interessar pelo mundo e conhecer a si mesmo. Um bebê precisa se sentir protegido e amado, desfrutar de muito carinho e afeto e construir relações estáveis com pessoas em um ambiente seguro, repleto de amor e dedicação.

Mas o bebê precisa também de um tempinho só para ele. Um tempinho para se auto conhecer e tentar entender as coisas que acontecem ao seu redor. Tempo para analisar a luz do quarto que acende e apaga, para descobrir sua mãozinha que vira e mexe passa em frente de seus olhos, morder o pé, para se apropriar dos sons ao redor e das pessoas que constantemente estão com ele. Ele se diverte e se ocupa com brinquedos que nem são brinquedos.

O bebê tem sua curiosidade natural e desta forma é capaz de ocupar-se seguindo seu próprio interesse. Mas ele precisa de oportunidade para desenvolver esta capacidade de ocupar-se. Ele precisa de tempo e tranquilidade, espaço e liberdade de movimento…

Se pararmos para observar as atividades do bebê sem interferir, podemos observar um espetacular processo de aprendizagem.

Ele tenta realizar uma experiência, analisa o resultado, repete para ver se obtém o mesmo resultado.
Ele aprende a aprender imperceptivelmente, incorporando nas suas experiências suas percepções e as características dos objetos com os quais ele se habituou, criando desta forma uma capacidade de construção de pensamentos lógicos e dedutivos. E quando isto acontece, o bebe passa a realizar suas próprias ações, conquistando independência e autonomia para criar suas hipóteses. Este é o inicio da curiosidade humana e do comportamento questionador manifestando nos bebês.

Porém, muitas vezes o adulto acaba interferindo em relação a qual brinquedo o bebê se interessa ou o que ele faz com este brinquedo, “ensinando o jeito certo de brincar”. Ao oferecer o “conhecimento digerido” o adulto interrompe o processo de formação do raciocínio do bebê, não dando tempo para a descoberta.

A inteligência do adulto não substitui a atividade própria da criança, na qual a construção de hipóteses é tão importante quanto o resultado. Por exemplo, explorar um pote antes de saber sua função pode trazer outras perspectivas e descobertas: pode vir a ser um chapéu, um tambor.

Sem perceber estamos ensinando nossa lógica já aprendida para o bebê que está aprendendo a descobrir como as coisas acontecem, impedindo este processo de exploração, questionamento e aprendizagem. É importante que o bebê participe mais, escolha, e tenha tempo para encantar-se com as coisas.

O bebê é um cientista nato e precisa fazer experiências próprias para descobrir o mundo… um bebê que tem a oportunidade de explorar os objetos, cores, texturas, sons, cheiros, com tempo e o espaço necessário para experimentá-los, está trilhando o caminho para ser uma criança curiosa, que pensa e inventa, com a oportunidade criar de associações, observar detalhes e perspectivas que nuca imaginaríamos…

E o adulto? O adulto é seu parceiro nesta descoberta. Aquele que constrói o ambiente com diversas oportunidades e valida suas experiências e seu desejo de fazer. Sendo assim, na hora de brincar com o seu pequeno, dê um passo para tras! Faz parte do amor e investimento na infância deixar o pequeno “se virar”.

Dê tempo e oportunidade para que seu filho experimente, questione, analise e crie seu jeito particular de perceber o mundo!

Nadja Azevedo – Fisioterapeuta/Psicomotricista
Co-founder & CKO na UNA Primeira Infância
Co-founder & CEO na PAEDI

Etapas do desenvolvimento motor: a importância das posturas intermediárias.

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Todos, até quem não tem filhos, sabem que os bebês ficam no chão, depois tornam-se capazes de sentar e finalmente conquistam o andar. A grosso modo, essas são as principais e mais esperadas habilidades que o bebê adquire por volta do primeiro ano.

Porém, poucos se atentam para: Como o bebê chegou até aí? Qual o caminho percorrido até essas conquistas?

Perceber e valorizar as fases intermediárias desse processo parece ser a chave para um desenvolvimento harmonioso, tranquilo e bem sucedido.

Antes que o bebê seja capaz de sentar, ele faz inúmeros movimentos no chão: abre os braços e se estica, alcança seus pés e se encolhe, vira a cabeça para todos os lados e se contorce, rola, pivoteia, brinca de barriga para cima, de lado e de barriga para baixo, se empurra para trás com a força dos braços, arrasta para frente usando as pernas, eleva o bumbum, se coloca meio sentado ou de gatas e enfim se senta. Ufa! Uma verdadeira ginástica! Com muito teste, erro e nova tentativa. Repetição e mais repetição do que deu certo ou gerou prazer.

No plano horizontal o bebê tem mais autonomia. O chão permite explorar seu corpo e o que tem a sua volta sem risco de queda e com a liberdade de movimento necessária para progressivamente dominar seu corpo, perceber suas capacidades e conquistar as habilidades corporais que incrementarão seu brincar. Portanto, chão firme, espaço, tempo, objetos interessantes e presença de um adulto que compartilhe suas descobertas porém sem interferir (ou facilitar tudo), é o que o bebê precisa para seguir no seu desenvolvimento saudável.

Antes que o bebê saia engatinhando, existe uma fase preparatória em que ele fica em quatro apoios, balança para frente, para trás e diagonalmente, praticando a transferência de peso e fortalecendo a musculatura estabilizadora dos ombros e dos quadris.
Após engatinhar é natural que o bebê comece se apoiar nas superfícies para levantar, buscando a verticalidade. Consegue ficar em pé segurando, aprende também abaixar e depois começa dar passos para lateral com apoio. Nesta fase, é importante que o ambiente preparado para o bebê ofereça superfícies estáveis em que ele possa puxar para em pé. Sofá, estante, mesinha, grades do berço pelo lado de fora, portão, cadeiras e pessoas, tudo vira apoio onde ele tenta se levantar. Deixe que ele faça este esforço e interiorize a lei da gravidade.

Os passinhos para lateral tateando os móveis e a parede, são os precursores do andar independente. Deixe o bebê explorar bastante esta estratégia e contenha a ânsia de oferecer a mão e ajudar toda vez. Pois fazendo isso, tiramos a possibilidade dele encontrar seu próprio eixo, compensando com a nossa força todos os desequilíbrios. Sair empurrando cadeiras, caixas e brinquedos de empurrar é uma maneira mais natural e autônoma dele andar para frente.

Enfim ele consegue soltar as mãos do apoio e ficar em pé sozinho por alguns segundos! Depois aprende a se levantar do chão sem apoio e troca os primeiros passos, feito um robozinho. As pernas afastadas, braços um pouco elevados, passos curtos e rápidos buscam o equilíbrio. Progressivamente ele vai ganhando mais controle, os braços abaixam e fazem movimentos alternados com as pernas.

A pediatra húngara Emmi Pikler, em 1946, já falava da importância das posturas intermediárias no desenvolvimento psicomotor do bebê.
Portanto, é de extrema importância que o bebê tenha a chance de testar seus limites, suas capacidades e sua força, explorando o espaço em todas as dimensões (frente, trás, dentro, fora, em cima, embaixo). Sem a interferência (ou a solução pronta) do adulto que tenta poupá-lo do erro ou do esforço, os quais na realidade lhe geram tanto aprendizado, prazer e sentimento de autoconfiança.

Leila Suzuki Saita Teixeira. Fisioterapeuta
Co-founder & CKO na UNA Primeira Infância
Co-founder & CEO na PAEDI

Como a UNA Primeira Infância pode contribuir para a gestão de sua escola

Muitas vezes, novidades tecnológicas são vistas com maus olhos no mundo educacional.

Porém, as soluções de tecnologia, sobretudo aquelas que facilitam a comunicação entre as pessoas, podem ser extremamente úteis para a melhoria da gestão escolar e o monitoramento de mensagens que são trocadas entre os diversos interlocutores.

Que tal descobrir algumas vantagens em implantar um aplicativo de comunicação na sua escola?

FACILITE A COMUNICAÇÃO ENTRE A ESCOLA E PAIS

Aplicativos de comunicação podem ser importantes para que os pais dos crianças acompanhem suas experiências de aprendizagem e como estão se comportando no ambiente que deve ser voltado para o ensino. O contato com os professores possibilita muito mais segurança na comunicação entre pais e escola. Os professores podem mandar a agenda da semana ou providenciar lembretes, tarefas, trabalhos de casa, avaliações ou mensagens motivacionais diretamente para os pais.

DÊ MAIS TRANQUILIDADE AOS RESPONSÁVEIS PELAS CRIANÇAS

Enviar comentários ou mensagens através da Internet, em tempo real, é algo que deixa os pais muito mais calmos em relação ao progresso da vida escolar e segurança dos filhos.

TENHA UMA GESTÃO MAIS ECOLÓGICA E BARATA

O envio de informes e comunicados on-line vai trazer outro benefício interessante: a escola poderá diminuir o consumo de papel e impressões. Além de um impacto positivo nos custos, há uma medida de ímpeto ecológico e mais sustentável.

Se uma solução tecnológica de comunicação facilita o contato entre todos os envolvidos nas tarefas e iniciativas do âmbito escolar, é claro que a gestão da escola vai melhorar e ser aperfeiçoada. O que você tem feito na sua escola para contribuir com a boa comunicação com os pais de seus alunos?

Como deve ser a comunicação da escola infantil com os pais das crianças?

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A Educação Infantil é um período que requer cuidados especiais no processo, e quanto mais próximos forem os pais da escola, melhor.

Crianças de até cinco anos ainda não conseguem se comunicar com grande clareza, dessa forma, uma boa gestão escolar deve suprir essa dificuldade com um contato direto com os pais dos alunos.

Por ser a fase inicial da vida escolar de uma criança, é comum que tanto os alunos como os pais apresentem certa insegurança.

Por serem muito novas, as crianças requerem cuidados e atenção constante.

Dessa forma, a viabilização de um canal de comunicação entre pais e escola se faz fundamental.

IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO

Pesquisas recentes realizadas no Brasil apontam para a importância de uma comunicação eficiente na Educação Infantil, e essa é uma tendência que tem aparecido nos cursos de formação continuada dos professores devido sua tamanha relevância.

Importante pontuar que a comunicação não é responsabilidade exclusiva dos professores e ajudantes em sala de aula.

No que tange à Educação Infantil, a comunicação deve ser ampla e envolver também os diretores e coordenadores pedagógicos.

Esse envolvimento da escola como um todo gera maior segurança para os pais, criando relações de confiança e a sua plena satisfação.

Saiba como evitar a insatisfação dos pais de alunos.

A equipe gestora de uma escola, no que concerne a comunicação, deve manter atenção especial a três aspectos: orientação dos docentes sobre como transmitir e solicitar informações, definição e formalização de como essa comunicação deve ser efetivada e, por fim, mas não menos importante, deve favorecer o fortalecimento de laços entre pais e escola.

Uma boa comunicação na Educação Infantil favorece, em primeiro lugar, o bem estar do aluno, que será melhor compreendido e poderá ter suas necessidades atendidas de forma individualizada e de pronto.

Além disso, a comunicação facilita em grande escala a atuação do educador em sala de aula, pois as crianças estarão mais tranquilas, já que melhor atendidas.

Consequentemente, os pais ficarão mais satisfeitos e se sentirão seguros.

A comunicação pode ser um enorme auxílio para o relacionamento entre escola e pais de alunos.

O QUE COMUNICAR A FAMÍLIA

Na Educação Infantil, muitas informações são preciosas.

Dentre tais, se destacam a frequência no sono das crianças, questões familiares em geral, problemas de saúde e necessidades educacionais especiais.

Informações sobre a frequência do sono das crianças devem ser diárias.

Dessa forma, o educador conseguirá trabalhar melhor o desenvolvimento cognitivo das crianças, uma vez que esse é influenciado pela qualidade do sono.

Grandes acontecimentos familiares, como separações ou falecimentos, também devem ser comunicados prontamente para que o professor consiga lidar melhor com as emoções e reações que os alunos possam demonstrar.

Assim como a equipe gestora deve comunicar aos pais sobre quaisquer necessidades educacionais especiais, que porventura surjam.

Em relação a problemas de saúde, a comunicação é fundamental para que, por exemplo, uma medicação seja ministrada de maneira correta pelos professores e para que os pais consigam acompanhar os sintomas que seus filhos apresentam.

COMO COMUNICAR

O canal de comunicação entre pais e escola na Educação Infantil deve ser dinâmico, claro, seguro e frequente.

Nesse sentido, as inovações tecnológicas se transformam em grandes aliados de uma boa gestão escolar.

A solução UNA® Primeira Infância oferece por meio de seu sistema de comunicação integrada, que os pais e a escola, troquem informações de maneira prática e moderna, fortalecendo laços entre ambas as partes.

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